Em Catarina, apesar da origem controversa, a teoria mais aceita é a contada pelo tabelião José Feitosa Chaves, que, segundo dados do IBGE, afirma que o nome da localidade está ligado a Catarina Cardoso da Rocha Macrina.
Casada com Francisco Alves Feitosa, pioneiro na exploração da região, ela teria sido a primeira mulher a habitar aquele território, pioneirismo posteriormente homenageado por um descendente, o Coronel Leonardo Feitosa.
Ao tomar posse da sesmaria — porção de terra concedida pela Coroa de Portugal — do rio do Jucá, no século XVIII, ele decidiu nomear uma das estruturas geológicas do território de serra de Santa Catarina. Apesar de recorrer à mártir católica, o latifundiário teria escolhido o nome em referência à familiar.
Então, por volta de 1880, a localidade, que originou o município, passou a também adotar a nomenclatura de Santa Catarina. Com o passar do tempo, o substantivo religioso caiu, ficando apenas “Catarina”.
Outra versão é que a cidade homenagearia outra mulher: Catarina de Albuquerque. Ela seria fruto da união entre Jerônimo de Albuquerque e a indígena Maria do Espírito Santo Arcoverde, filha de Arcoverde, cacique da etnia Tabajara, de Pernambuco.
Entretanto, essa sugestão é tida como controversa, conforme o IBGE, já que o nome possui origem latina e supostamente, no século XIX, não haveria possibilidade de uma nativa ser batizada com um termo que não fosse da família linguística tupi-guarani.
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