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Pesquisadores criam planos para definir uso de cada açude do Ceará frente à iminente seca em 2024

 A ocorrência de seca no Ceará é um fenômeno secular que, de tempos em tempos, dado o grau de severidade faz com que o Estado fique em alerta frente aos impactos. Em 2024, as evidências até agora, indicam que haverá novamente o fenômeno e, portanto, o momento agora é de planejar medidas preventivas que possam mitigar efeitos, como a restrição de acesso à água, com a ocorrência de poucas chuvas e a baixa recarga dos reservatórios no Estado. Essa semana, o Governo do Estado deve, inclusive, apresentar um plano estratégico para atuação em 2024. 


No sentido de prevenção, uma das medidas, já em curso, que nasceu da parceria entre a academia e a gestão pública, mas precisamente entre a Universidade Federal do Ceará (UFC) e órgãos como a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) e a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), é a produção dos chamados: Plano de Gestão Proativa de Seca de cada um dos 157 reservatórios de água monitorados pela Cogerh no Estado. 


Em entrevista ao Diário do Nordeste, o engenheiro civil e pesquisador Francisco de Assis de Souza Filho, que é professor do departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da UFC, cientista-chefe da área de Recursos Hídricos da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP) e membro do Comitê Assessor de Engenharias e Ciências Ambientais do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), falou sobre o andamento dessa proposta. 


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