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Ceará tem aumento de 503,5% nos casos notificados de arboviroses em 2022

 O Ceará registrou crescimento de 503,5% na quantidade de casos notificados de arboviroses durante as primeiras semanas de 2022. A comparação é realizada com o mesmo período de 2021, segundo informações do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa).

Ao todo, foram registrados 36.773 casos suspeitos de arboviroses. No período anterior, foram 6.093. Do montante deste ano, 21 mil (57,1%) foram de dengue e 41,9 mil (41,9%), de chikungunya. No entanto, até o momento, foram descartados 28,3% dos notificados, representando 19,3 mil dos 36,7 mil. Já em relação aos confirmados, foram 18% (6,65 mil).

Os casos confirmados foram:

  • Chikungunya: 4.006;
  • Dengue: 2.646;
  • Zika: 3

As informações foram divulgadas na última terça-feira (26) pela Sesa. 

Sintomas

A chikungunya, a dengue e a zika têm sintomas que podem ser confundidos. No entanto, a chikungunya, em sua fase aguda, pode afetar, inclusive, a locomoção do infectado. 

Os principais sintomas da doença, a mais comum das arboviroses em 2022 no Ceará, são:

  • Febre súbita, a partir de 38.5 °C;
  • Dores intensas nas articulações, junto a inchaço nas mesmas, que dificultam atividades de rotina, como andar, tomar banho, cozinhar e etc; 
  • Manchas vermelhas pelo corpo, com coceira intensa;

Os sintomas costumam aparecer entre 2 a 10 dias após a picada do mosquito, e permanecem entre 7 a 30 dias no infectado. A fase aguda da doença dura os 14 primeiros dias da infecção. Entretanto, as suas consequências podem durar anos.  

Como prevenir?

O melhor meio de prevenção é agir contra o agente infeccioso, o Aedes aegypti

  1. Fazer, pelo menos uma vez por semana, uma vistoria em casa em busca de eliminar possíveis focos de reprodução do mosquito
  2. Observar se a caixa d’água está vedada e se as calhas não estão acumulando água;
  3. Realizar limpeza correta de tanques de armazenamento de água e bandejas de geladeira; 
  4. Ficar atento a não deixar água acumulada embaixo de vasos de planta;
  5. Limpeza correta de ralos e vasos sanitários, principalmente em locais que estão sem uso; 
  6. Não deixar objetos que acumulem água ao redor da casa, como: pneu, garrafas, copos de iogurtes, sacos plásticos e entre outros; 

Foto: Fabiane de Paula. DIÁRIO DO NORDESTE

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