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Há 70 anos, maior acidente ferroviário do Ceará deixava 100 mortos em Piquet Carneiro; Piquet-carneirenses costumam ir ao lugar onde o acidente aconteceu para interceder pelas almas das vítimas

 Pavoroso sinistro na rede de viação cearense. Todos os carros de passageiros ficaram adernados e engavetados.” Foi assim que O POVO deu as primeiras informações sobre o que ficou conhecido como o maior desastre ferroviário do Ceará, na cidade de Piquet Carneiro, localizada a 297 quilômetros de Fortaleza. O acidente, que deixou cerca de cem mortos e dezenas de feridos, aconteceu há 70 anos, no dia 17 de dezembro de 1951, por volta de 6h10min.

O trem havia saído do Crato no dia anterior e feito pernoite em Iguatu, em viagem que seguia para Fortaleza. Próximo à sede de Piquet Carneiro, que na época era distrito do município de Senador Pompeu, o acidente aconteceu e os vagões de passageiros do veículo viraram. Os sobreviventes do desastre, entre eles o então presidente da Câmara de Iguatu, Jaime Cavalcante, foram unânimes em afirmar que o excesso de velocidade ocasionou as mortes, e que mais perdas não aconteceram porque os passageiros se seguravam como podiam. “A morte parecia guiar a máquina”, relata reportagem do O POVO.

A versão, no entanto, é contestada por integrantes da tripulação do veículo. O condutor do trem, José Edgar Cavalcante, apontou três causas para o descarrilamento: a umidade, o aumento natural da velocidade ocasionada pelo declive do leito ferroviário e o brusco acionamento do trilho em uma curva fechada. “O atraso é compensado de outra forma, na redução dos minutos determinados para a demora do trem nas estações”, disse ao rebater o argumento de que o trem corria para entrar no horário adequado.

Confira a reportagem cvompleta AQUI

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