STF mantém decisão que julgou Moro parcial na condenação de Lula pelo triplex de Guarujá; Com isso, fica confirmada a anulação de todas as provas utilizadas para condenar o ex-presidente.

Foto: Wilson Dias/Arquivo/Agência Brasil

A maioria do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, no plenário desta quinta-feira (22), manter a decisão que declarou Sergio Moro parcial na condenação do ex-presidente Lula no caso o triplex de Guarujá. Julgamento ainda ocorre, mas os votos necessários para a decisão passar já foram alcançados. A sessão foi encerrada por volta das 19h o placar final ficou em 7x2, a favor do mantimento da decisão da Segunda Turma da Corte. Julgamento será retomado no próximo dia 28 de abril.

VEJA COMO FOI A VOTAÇÃO

Do último para primeiro
Última Atualização: há 10 horas
há 10 horas
SESSÃO ENCERRADA
1
0
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há 11 horas
Rosa Weber vota
3
2
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há 11 horas
MAIORIA DO STF MANTÉM DECISÃO QUE JULGOU MORO PARCIAL
3
1
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há 11 horas
Carmen Lúcia
1
3
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há 11 horas
Dias Toffoli vota
0
4
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há 11 horas
PLACAR 4x2
0
4
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há 11 horas
Lewandowski pede para antecipar voto
0
2
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há 11 horas
3x2 a favor da decisão que deixa Moro suspeito
1
1
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há 12 horas
Voto de Luís Roberto Barroso
0
0
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há 12 horas
Alexandre de Moraes
2
4
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há 12 horas
PLACAR 2x1
4
2
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há 12 horas
Nunes Marques
2
1
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há 12 horas
Sessão é retomada
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há 13 horas
Pausa no julgamento
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há 14 horas
Gilmar Mendes
1
4
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há 14 horas
Contra recurso
4
2
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há 14 horas
Fachin
0
0
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há 14 horas
Suspeição de Moro
1
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há 14 horas
Recursos
0
0
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há 14 horas
Processes seguem para o DF
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SUSPEIÇÃO CONFIRMADA

Com o entendimento de que a suspeição de Moro por parcialidade deve ser mantida, agora o julgamento do caso Triplex de Guarujá volta à estaca zero. Ou seja, nenhuma das provas e trabalhos feitos em Curitiba poderão ser reaproveitados, visto que a conduta do ex-juiz teria "contaminado" o processo. 

Novo julgamento será feito na Justiça do Distrito Federal.

CONDENAÇÕES ANULADAS

No último dia 15 de abril, o Supremo decidiu, por oito votos a favor e três contra, manter a anulação das condenações do ex-presidente na operação Lava Jato. Com isso, o petista ficou elegível para 2022. 



 

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