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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão no escritório de Agenor Neto em Iguatu;

 Foto - Diário do Nordeste  

A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão, na manhã desta sexta-feira (6), no escritório do deputado estadual Agenor Neto (MDB), que é candidato à Prefeitura de Iguatu. A ação foi autorizada pelo juiz eleitoral Eduardo André Dantas Silva, após pedido do Ministério Público Eleitoral do Ceará. De acordo com a denúncia dos promotores, o escritório do candidato mantinha ilegalmente "armas de fogo e munições, além de documentos, telefones celulares, notebooks, tablets e demais instrumentos utilizados para prática delituosa".

Segundo o MP, o local alvo da operação policial "é ocupado por um grupo de policiais militares investigados por formação de milícia privada, usurpação de função pública e por intimidar e coagir eleitores e partidários contrários ao candidato Agenor Neto, no pleito eleitoral do corrente ano em Iguatu".

Os policiais foram ao local com o objetivo de apreender armas de fogo, acessório ou munição mantido ilegalmente; instrumentos utilizados na prática de crime; além de documentos, anotações, telefones celulares, notebooks, tablets e demais instrumentos utilizados para a prática de crimes. A operação reuniu quatro viaturas e dez agentes da PF.

Dois veículos foram vistoriados por agentes da Polícia Federal, quando passavam ao lado do escritório alvo da operação. Os dois veículos pertencem a uma locadora de Fortaleza, e foram contratados pela campanha do parlamentar.

Procurado, o advogado do emedebista, Roney Chaves, negou a participação de policiais militares na campanha municipal. Segundo ele, não foi encontrado "nada de grave" pelos policiais. Até o fim do dia, ele deverá se reunir com os demais advogados da campanha para se pronunciar através de nota.

Operação

Nota oficial da PF aponta que os crimes investigados "são de coação ao eleitor em votar ou não votar em determinado candidato com penas de reclusão de até quatros anos e os crimes de formação de milícias e usurpação de função pública com penas de dois a cinco anos de reclusão".

A Polícia informa que foram apreendidos diversos documentos e materiais de informática. Até o momento não houve prisão

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