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sábado, 18 de julho de 2020

Fortaleza avança para fase 4 do plano de retomada econômica na segunda-feira; academias, escolas e bares seguem fechados

Camilo Santana anuncia o andamento do plano de retomada econômica no Ceará.  — Foto: Reprodução
 Foto: Reprodução

O governador Camilo Santana anunciou na tarde desta sexta-feira (17) o andamento das fases de reabertura econômica e social nas diferentes regiões do Ceará. Fortaleza avança para a quarta fase nesta segunda-feira (20), mas com exceções, conforme Camilo havia adiantado em entrevista ao Bom Dia CE que bares, academias, escolas com aulas presenciais, cinemas e shows não não iriam retornar as atividades, embora estivessem inicialmente previstas para voltar a funcionar nesta etapa.


Um dos setores beneficiados é o de restaurantes, com permissão para que os estabelecimentos funcionem até 23h. "Várias atividades estarão liberadas a partir de segunda-feira, como os restaurantes à noite até 23h, mas é importante ressaltar que esse avanço está sendo feito de forma responsável e com zelo para que possamos fazer isso com cuidado. O objetivo é não retroceder com o plano de retomada como aconteceu em outras cidades do mundo", disse o governador.

Veja o que pode reabrir na 4º fase do plano de transição em Fortaleza

Restaurantes no período noturno, até às 23h;
transporte interestadual de passageiros;
locação de automóveis com motorista;
comércio de produtos não essenciais;
atividades religiosas (100% da capacidade).
Veja o que ainda não está autorizado a reabrir em Fortaleza
Academias;
bares;
clubes;
casas de festas e eventos;
espetáculos e shows;
cinemas;
feiras e congressos;
escolas e universidades com aulas presenciais.

Os municípios da macrorregião de Fortaleza vão agora para a terceira fase. Já no Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe, indicadores que apresentaram um leve aumento nos índices de Covid-19 levaram o governo a manterem a fase 1 da retomada. A macrorregião Norte passará para a fase 1.
No Cariri, será mantida a fase de transição da economia, mantendo isolamento social rígido em Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Brejo Santo e Iguatu.
O plano de retomada das atividades não essenciais foi pensado como um ciclo de transição em quatro fases,com cada cada uma durando, pelo menos, 14 dias. Os municípios do Ceará estão em diferentes estágios em relação ao plano conforme a gravidade do cenário da doença, sendo a capital a cidade com maior nível de reabertura.

Veja como ficam as regiões no plano de retomada econômica:

A capital cearense avança para a fase 4. Contudo, não têm permissão ainda para funcionar escolas e universidades para aulas presenciais, academias, cinemas, bares e eventos
Demais cidades da macrorregião de Fortaleza avançam para a fase 3;
Macrorregião do Sertão Central, Litoral Leste/Jaguaribe permanecem na Fase 1;
Região Norte avança para fase 1;
Cidades da região Cariri e Centro-Sul mais afetadas (Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Brejo Santo e Iguatu) seguem em isolamento social rígido, permanecendo na fase de transição da economia.

Números da Covid-19 no Ceará
Os casos confirmados de Covid-19 no Ceará já são 146.064, com 7.166, mortes em decorrência da doença. O Estado contabiliza 118.988 pessoas recuperadas da enfermidade. Os dados são da plataforma IntegraSUS, mantida pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), e atualizada às 17h17 desta sexta-feira (17).

O Estado ultrapassou a marca de 7 mil mortes pelo coronavírus nesta quarta-feira (15). Há ainda 74.085 suspeitos e 593 mortes em investigação. A mortalidade da doença, proporção entre as taxas de casos e mortes, está em 4,9%. Já foram realizados 379.915 testes para identificar o Sars-coV-2.

Fortaleza ainda concentra os maiores índices da infecção, com 39.702 casos confirmados e 3.582 mortes. Em seguida no número de casos estão as cidades de Sobral (8.838), Caucaia (4.711) e Maracanaú (4.617). Os números apresentados pela Sesa são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.


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